Alma quebrada em mil pedaços
Desfeita e sem conserto
Desfila para o final
Ao qual não pode escapar
Alma marcada pela dor
Dor de tudo ter tido
E nada ter retido
Ficando assim abandonada
Sem consolo sobreviveu
Mais tempo que se esperava
Até que não sendo mais capaz
Para as profundezas do esquecimento se lançou
Agora nada resta
Nem mesmo na memória
Tudo em si se desvaneceu
No momento em que
Para o esquecimento se atirou...
Decarte Madente
sábado, 25 de novembro de 2006
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