Inebriado em pestilento odor,
Pútrido de teu hálito,
Que exalas sobre meu rosto,
Esgotado de viver.
Olho em teus olhos,
Agarro teus braços,
Grito a teus ouvidos,
Para que me possas escutar,
O quanto te odeio
E me dá prazer te magoar.
Tu,… em movimento feroz,
Atiras-me contra o chão,
Gritas meu nome,
Com mais ódio do que amor.
Após breve hesitação,
Não és capaz de te conter,
Lanças-te sobre meu corpo,
Atingindo minha face com tuas mãos,
Das quais não sou capaz de me proteger.
Meu sangue espalhado sobre o chão,
Sobre o qual me sinto desfalecer,
Meu sofrimento é para ti uma alegria,
Em tua alma não existe mais melancolia.
Meu rosto encontra-se lívido de tanto sangue que perdi,
Esta é tua imolação,
Sou capaz de saborear o prazer,
Que sentes ao me ver morrer.
Decarte Madente
segunda-feira, 4 de junho de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Corpo Abandonado
Corpo prostrado em quarto sombrio,
É carcaça inerte abandonada ao tempo,
Emaciado e putrefacto,
Exala perfume bafiento.
In Extremis,
Seu corpo foi inebriado,
Acariciado pelo doce toque da morte,
Deixando-o lânguido,
Sem forças para viver.
“Vade in Pace!”,
Sua alma escuta,
Mas sem olhar para trás,
Segue seu caminho,
Segue para o fogo dos infernos,
Seu final destino.
Decarte Madente
É carcaça inerte abandonada ao tempo,
Emaciado e putrefacto,
Exala perfume bafiento.
In Extremis,
Seu corpo foi inebriado,
Acariciado pelo doce toque da morte,
Deixando-o lânguido,
Sem forças para viver.
“Vade in Pace!”,
Sua alma escuta,
Mas sem olhar para trás,
Segue seu caminho,
Segue para o fogo dos infernos,
Seu final destino.
Decarte Madente
Sofrimento de Artemisa
Lágrima que descende em rosto lívido,
Descarnado e melancólico,
É expressivo das trevas,
Em que sua alma foi abandonada.
Artemisa não sorri,
Seus olhos negros
Choram lágrimas de sangue,
Fruto da sua raiva interior.
Seu sangue fervilha,
Sua face se contorce,
Exasperada com a vida,
Da qual anseia por se libertar.
Sua existência é excruciante,
Apenas aguarda por sua extinção,
Não é mais possível sustentar,
Esta enorme aflição.
Artemisa exala seu ultimo suspiro,
Seu corpo se desprende da vida,
Que outrora fora tormento.
Apenas fica a memória,
De pessoa inadaptada,
Perturbada por existir.
Decarte Madente
Este poema é inspirado num trabalho de Sara Santos Silva a.k.a. Alice in Goreland (http://www.myspace.com/likas)
desde já um muito obrigado a ela, pois o seu trabalho deu novo alento à minha criação que adquiriu com ele novos contornos que espero continuar a explorar.
Descarnado e melancólico,
É expressivo das trevas,
Em que sua alma foi abandonada.
Artemisa não sorri,
Seus olhos negros
Choram lágrimas de sangue,
Fruto da sua raiva interior.
Seu sangue fervilha,
Sua face se contorce,
Exasperada com a vida,
Da qual anseia por se libertar.
Sua existência é excruciante,
Apenas aguarda por sua extinção,
Não é mais possível sustentar,
Esta enorme aflição.
Artemisa exala seu ultimo suspiro,
Seu corpo se desprende da vida,
Que outrora fora tormento.
Apenas fica a memória,
De pessoa inadaptada,
Perturbada por existir.
Decarte Madente
Este poema é inspirado num trabalho de Sara Santos Silva a.k.a. Alice in Goreland (http://www.myspace.com/likas)
desde já um muito obrigado a ela, pois o seu trabalho deu novo alento à minha criação que adquiriu com ele novos contornos que espero continuar a explorar.
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Novos Mundos, Novos Eu's
Exploro novas maneiras de estar,
Em viagem de reconhecimento interior.
É vontade de mudar um futuro,
Que não desejo influenciado pelo passado
Sou eu, mas um pouco diferente,
Estou mudado, mas mantenho-me igual.
Velhos hábitos se vão perdendo,
Enquanto novos hábitos vão sendo adoptados.
Novo rumo vai sendo traçado,
Para esta nova fase de vida pensado.
Denoto já a acção,
Desta minha opção,
Sinto-me mais perto do equilíbrio,
Mais compreensivo,
Com o que se passa no meu interior.
Decarte Madente
Em viagem de reconhecimento interior.
É vontade de mudar um futuro,
Que não desejo influenciado pelo passado
Sou eu, mas um pouco diferente,
Estou mudado, mas mantenho-me igual.
Velhos hábitos se vão perdendo,
Enquanto novos hábitos vão sendo adoptados.
Novo rumo vai sendo traçado,
Para esta nova fase de vida pensado.
Denoto já a acção,
Desta minha opção,
Sinto-me mais perto do equilíbrio,
Mais compreensivo,
Com o que se passa no meu interior.
Decarte Madente
Tentações Carnais
Corrompida alma,
Por um leque sem fim de desejos carnais.
O corpo é possuído por vontades animais,
Por vezes tão difíceis de controlar.
Alma eterna… essa não deseja,
É corpo efémero… fonte de tais ambições.
Tortura crónica se abate sobre o corpo,
Bombardeado por tentações carnais.
Estas perturbam o espírito,
Em incessante busca
Por um eterno equilíbrio,
No qual a alma possa,
Finalmente repousar.
Decarte Madente
Por um leque sem fim de desejos carnais.
O corpo é possuído por vontades animais,
Por vezes tão difíceis de controlar.
Alma eterna… essa não deseja,
É corpo efémero… fonte de tais ambições.
Tortura crónica se abate sobre o corpo,
Bombardeado por tentações carnais.
Estas perturbam o espírito,
Em incessante busca
Por um eterno equilíbrio,
No qual a alma possa,
Finalmente repousar.
Decarte Madente
Poesia
Em cada novo verso redigido,
A cada nova palavra formada,
Transbordam em si sentimentos,
Fragmentos de uma vida,
Que se assimilam a estes versos,
Que lentamente vou deixando para trás.
Não escrevo porque é bonito,
Não escrevo porque me foi imposto,
Escrevo sim porque é aquilo que sinto.
Minha mão treinada transcreve,
A mescla de emoções vividas,
Desenha como verdadeiro artista,
Em simples folha de papel…
Não obedeço a regras,
Não procuro agradar ninguém,
Crio apenas pelo prazer pessoal.
Decarte Madente
A cada nova palavra formada,
Transbordam em si sentimentos,
Fragmentos de uma vida,
Que se assimilam a estes versos,
Que lentamente vou deixando para trás.
Não escrevo porque é bonito,
Não escrevo porque me foi imposto,
Escrevo sim porque é aquilo que sinto.
Minha mão treinada transcreve,
A mescla de emoções vividas,
Desenha como verdadeiro artista,
Em simples folha de papel…
Não obedeço a regras,
Não procuro agradar ninguém,
Crio apenas pelo prazer pessoal.
Decarte Madente
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Processo de Libertação
Desprendo-me lentamente da ilusão,
Á qual tenho vivido acorrentado.
Liberto-me de todos os preconceitos
Culpados de me manterem enclausurado.
Solto grito angustiado,
Do mais profundo de meu ser.
Reflexo de minha alma
Enegrecida pelo sofrer.
Liberdade adquirida,
Alma libertada,
Uma batalha vencida,
Uma Vitória alcançada.
Decarte Madente
Á qual tenho vivido acorrentado.
Liberto-me de todos os preconceitos
Culpados de me manterem enclausurado.
Solto grito angustiado,
Do mais profundo de meu ser.
Reflexo de minha alma
Enegrecida pelo sofrer.
Liberdade adquirida,
Alma libertada,
Uma batalha vencida,
Uma Vitória alcançada.
Decarte Madente
no silêncio
Entre quatro paredes,
Em silêncio negro,
Me resguardo de um mundo
Que não sou capaz de entender.
A música entoa
O coração palpita
A alma sorri
Os olhos choram.
Alma liberta
De seu cárcere efémero,
Sua prisão temporal
Da alma imortal...
Decarte Madente & Catarina ;)
este poema conta com uma participação especial da menina Catarina que contribuiu para este poema, e teve tambem mão em algumas das minhas mais recentes publicações. a ela um muito obrigado e um beijo**** ;)
Em silêncio negro,
Me resguardo de um mundo
Que não sou capaz de entender.
A música entoa
O coração palpita
A alma sorri
Os olhos choram.
Alma liberta
De seu cárcere efémero,
Sua prisão temporal
Da alma imortal...
Decarte Madente & Catarina ;)
este poema conta com uma participação especial da menina Catarina que contribuiu para este poema, e teve tambem mão em algumas das minhas mais recentes publicações. a ela um muito obrigado e um beijo**** ;)
Efémero
Pensamentos efémeros,
Viajam por minha mente,
Ao sabor dos desejos
Que se impregnam em mim.
Escravo dos desejos carnais,
Meu corpo se rende.
Não é capaz de combater,
Não é capaz de se libertar.
De seu trágico destino,
Jamais se irá salvar...
Decarte Madente
Viajam por minha mente,
Ao sabor dos desejos
Que se impregnam em mim.
Escravo dos desejos carnais,
Meu corpo se rende.
Não é capaz de combater,
Não é capaz de se libertar.
De seu trágico destino,
Jamais se irá salvar...
Decarte Madente
Autoreconhecimento
Em busca das palavras
Que melhor descrevam o meu interior,
Disseco camada a camada,
Os sentimentos outrora escondidos
Nunca antes analisados.
Fragmento minhas emoções
Facilitando assim sua interpretação.
Compreensão é o objectivo
De toda esta complexa operação.
Conhecer,Organizar,
Ser capaz de compreender,
Os mistérios que o ser humano revela,
No acto mágico de viver...
Decarte Madente
Que melhor descrevam o meu interior,
Disseco camada a camada,
Os sentimentos outrora escondidos
Nunca antes analisados.
Fragmento minhas emoções
Facilitando assim sua interpretação.
Compreensão é o objectivo
De toda esta complexa operação.
Conhecer,Organizar,
Ser capaz de compreender,
Os mistérios que o ser humano revela,
No acto mágico de viver...
Decarte Madente
Se Desvanesce
Sentindo estou...a vida que se desvanesce,
Por entre os dedos se escapa,
Não sou capaz de a deter.
Quero impedi-la de me roubar tempo,
de meu tempo roubar...
Decarte Madente
Por entre os dedos se escapa,
Não sou capaz de a deter.
Quero impedi-la de me roubar tempo,
de meu tempo roubar...
Decarte Madente
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
Castigo
Sem palavras…
Não encontro uma única que sirva,
Para descrever meu tormento,
Que neste momento sinto
Com tudo que está a acontecer.
Sinto-me traído e enganado
Por todos de que me faço rodear,
E rangendo meus dentes de raiva,
Sussurro insultos sangrentos
Tentando me controlar.
Castigo-me com violência,
Rasgando a carne que há em mim,
Soltando uivos de sofrimento
Gritando por um fim.
Apenas viso um objectivo,
A esta existência pôr um fim,
Podendo finalmente
Minha alma libertar.
Decarte Madente
Não encontro uma única que sirva,
Para descrever meu tormento,
Que neste momento sinto
Com tudo que está a acontecer.
Sinto-me traído e enganado
Por todos de que me faço rodear,
E rangendo meus dentes de raiva,
Sussurro insultos sangrentos
Tentando me controlar.
Castigo-me com violência,
Rasgando a carne que há em mim,
Soltando uivos de sofrimento
Gritando por um fim.
Apenas viso um objectivo,
A esta existência pôr um fim,
Podendo finalmente
Minha alma libertar.
Decarte Madente
Desiludido
Sou continuamente iludido,
Pessoas mentem como se nada fosse.
Sou apanhado desprevenido
Magoado incessantemente.
Já não sei em que acreditar,
Todos os dias me fecho mais para dentro,
No receio de me magoar
No meio de tantas mentiras,
As quais já não sou capaz de suportar.
Fico sem saber como agir,
Incapaz de continuar assim,
Refugio-me no meu inconsciente,
Procurando perceber qual o motivo,
Para tudo o que me está a acontecer.
Decarte Madente
Pessoas mentem como se nada fosse.
Sou apanhado desprevenido
Magoado incessantemente.
Já não sei em que acreditar,
Todos os dias me fecho mais para dentro,
No receio de me magoar
No meio de tantas mentiras,
As quais já não sou capaz de suportar.
Fico sem saber como agir,
Incapaz de continuar assim,
Refugio-me no meu inconsciente,
Procurando perceber qual o motivo,
Para tudo o que me está a acontecer.
Decarte Madente
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
Magoado
Cego por um novo sentir,
Sou magoado sem contar,
Destruindo uma ilusão
Que feliz estava a criar.
Sou o que sou,
Mas de mim já não resta muito.
Sou cinza e pó
De alguém que noutra vida fui.
Decarte Madente
Sou magoado sem contar,
Destruindo uma ilusão
Que feliz estava a criar.
Sou o que sou,
Mas de mim já não resta muito.
Sou cinza e pó
De alguém que noutra vida fui.
Decarte Madente
Sofrimento
Mordo o lábio de raiva
Sem me sentir em mim
Fui novamente enganado
Volto a sofrer.
Mas é condição eterna,
A esta estou condenado.
Não há fuga deste inferno,
No qual há muito fui aprisionado.
Desilusões e sofrimentos mil,
Estes parecem não ter fim
Continuamente me acompanhando
Numa vida que é mais tortura
Do que a vida que existe em mim.
Estou acorrentado a este sentimento.
Dele não consigo fugir,
Vá eu para onde for,
Ele sempre vem atrás de mim.
Devo desistir,
Não vale a pena lutar
Contra tortura tão desgastante
Que teima em me massacrar.
Decarte Madente
Sem me sentir em mim
Fui novamente enganado
Volto a sofrer.
Mas é condição eterna,
A esta estou condenado.
Não há fuga deste inferno,
No qual há muito fui aprisionado.
Desilusões e sofrimentos mil,
Estes parecem não ter fim
Continuamente me acompanhando
Numa vida que é mais tortura
Do que a vida que existe em mim.
Estou acorrentado a este sentimento.
Dele não consigo fugir,
Vá eu para onde for,
Ele sempre vem atrás de mim.
Devo desistir,
Não vale a pena lutar
Contra tortura tão desgastante
Que teima em me massacrar.
Decarte Madente
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
Amargo sabor da realidade
Amargo é o sabor da realidade,
Da qual esperávamos um trago mais doce
Mas que nos brinda constantemente
Com desilusões continuas.
Esta é a realidade em que nos encontramos,
Carregada de falsas esperanças,
Desejos inatingíveis,
Dores sem fim.
Mas não se deixem enganar,
Por trás de todo este pessimismo
Existe sempre um lado bom,
Não tão forte como o seu oposto
Mas capaz de nos fazer suportar
A dor de se viver.
Decarte Madente
Da qual esperávamos um trago mais doce
Mas que nos brinda constantemente
Com desilusões continuas.
Esta é a realidade em que nos encontramos,
Carregada de falsas esperanças,
Desejos inatingíveis,
Dores sem fim.
Mas não se deixem enganar,
Por trás de todo este pessimismo
Existe sempre um lado bom,
Não tão forte como o seu oposto
Mas capaz de nos fazer suportar
A dor de se viver.
Decarte Madente
Leve
Leve como uma pluma flutuo
Num céu pintado de vermelho
Pelo sol que se faz pôr
Viajo conduzido pelo vento
Voando ao sabor da brisa
Que desloca meu corpo
Suavemente pelo ar
Tomo rumo incerto
Deixo-me simplesmente levar
Para onde o vento
Quiser me arrastar
Decarte Madente
Num céu pintado de vermelho
Pelo sol que se faz pôr
Viajo conduzido pelo vento
Voando ao sabor da brisa
Que desloca meu corpo
Suavemente pelo ar
Tomo rumo incerto
Deixo-me simplesmente levar
Para onde o vento
Quiser me arrastar
Decarte Madente
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
Palavras que nunca te direi
Queria poder dizer-te,
Aquilo que sinto dentro de mim,
Há muito para dizer,
Mas sinto-me incapaz de o fazer,
De to revelar.
Nem sempre é fácil pôr para fora,
Sentimentos resguardados cá dentro,
No receio de sairmos magoados
Por um sentimento não correspondido
Ou até mal interpretado.
Refugio-me nas palavras que nunca te direi,
Escrevo-as para não esquecer
Tudo aquilo que nunca
Fui capaz de te dizer.
Decarte Madente
Aquilo que sinto dentro de mim,
Há muito para dizer,
Mas sinto-me incapaz de o fazer,
De to revelar.
Nem sempre é fácil pôr para fora,
Sentimentos resguardados cá dentro,
No receio de sairmos magoados
Por um sentimento não correspondido
Ou até mal interpretado.
Refugio-me nas palavras que nunca te direi,
Escrevo-as para não esquecer
Tudo aquilo que nunca
Fui capaz de te dizer.
Decarte Madente
Procuro nas palavras
Procuro nas palavras,
A melhor forma de te comunicar
Um desejo latente no meu interior
O qual quero te revelar.
Exaltas em meu ser,
Sentimentos que julgava esquecidos,
Mas que afinal continuam presentes
Apenas se encontravam adormecidos.
Impulsionado pelo anseio,
Sou derrubado pelo desejo,
Vejo-me obrigado a ceder à pressão.
Em meu coração,
Até então desabitado
Brota agora um novo amor.
Decarte Madente
A melhor forma de te comunicar
Um desejo latente no meu interior
O qual quero te revelar.
Exaltas em meu ser,
Sentimentos que julgava esquecidos,
Mas que afinal continuam presentes
Apenas se encontravam adormecidos.
Impulsionado pelo anseio,
Sou derrubado pelo desejo,
Vejo-me obrigado a ceder à pressão.
Em meu coração,
Até então desabitado
Brota agora um novo amor.
Decarte Madente
quarta-feira, 17 de janeiro de 2007
Tu
Fumo de cigarro fumado
Enche a sala onde me encontro,
Tal como tu enches meu pensamento,
De desejos e imaginação,
Vontades a concretizar.
Em mim crias o desejo,
Luxúria de te ter
Em meus braços te segurar
Enquanto me vou perdendo
Na profundidade de teu olhar.
Imagino momentos de ardente paixão.
Neles nossos lábios se vão tocando
E nossos corpos se fundindo,
Num jogo de sedução e erotismo,
Compassado pelo ritmo da emoção.
Todo este ambiente tende a nos envolver,
Numa teia de sentimentos exaltados
Incrivelmente reais,
Mesmo para alguém
Que na realidade está a sonhar.
Decarte Madente
Enche a sala onde me encontro,
Tal como tu enches meu pensamento,
De desejos e imaginação,
Vontades a concretizar.
Em mim crias o desejo,
Luxúria de te ter
Em meus braços te segurar
Enquanto me vou perdendo
Na profundidade de teu olhar.
Imagino momentos de ardente paixão.
Neles nossos lábios se vão tocando
E nossos corpos se fundindo,
Num jogo de sedução e erotismo,
Compassado pelo ritmo da emoção.
Todo este ambiente tende a nos envolver,
Numa teia de sentimentos exaltados
Incrivelmente reais,
Mesmo para alguém
Que na realidade está a sonhar.
Decarte Madente
segunda-feira, 15 de janeiro de 2007
Desejo Renascido
Arde novamente em meu ser
Complexo sentimento
Outrora sentido
Agora esquecido
Percebido apenas pela solidão
De que me faço rodear
Que não me permite
Ficar perto
De quem mais desejo estar
Procuro explicação
Para este novo sentir
Que já é velho
Mas que novamente parece existir
Estou confuso quanto à sua origem
Não considerei ser possivel
Este ainda persistir
Num coração destroçado
Por um amor mal acabado
Mas dou largas à imaginação
E imagino me num novo amor
Afastado deste sentimento opressivo e desolador
Vejo me radiante
Super contente
Sem medo do futuro
Por mais negro que este possa parecer
Volta a mim a confiança
Que perdera num passado
Marcado pela tristeza
De ter sido abandonado
Não sei bem o que fazer
Ou que é esperado que eu faça
Mas uma coisa tenho a certeza
Estou pronto para amar
E ser amado
Decarte Madente
Complexo sentimento
Outrora sentido
Agora esquecido
Percebido apenas pela solidão
De que me faço rodear
Que não me permite
Ficar perto
De quem mais desejo estar
Procuro explicação
Para este novo sentir
Que já é velho
Mas que novamente parece existir
Estou confuso quanto à sua origem
Não considerei ser possivel
Este ainda persistir
Num coração destroçado
Por um amor mal acabado
Mas dou largas à imaginação
E imagino me num novo amor
Afastado deste sentimento opressivo e desolador
Vejo me radiante
Super contente
Sem medo do futuro
Por mais negro que este possa parecer
Volta a mim a confiança
Que perdera num passado
Marcado pela tristeza
De ter sido abandonado
Não sei bem o que fazer
Ou que é esperado que eu faça
Mas uma coisa tenho a certeza
Estou pronto para amar
E ser amado
Decarte Madente
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