Pensamentos efémeros,
Viajam por minha mente,
Ao sabor dos desejos
Que se impregnam em mim.
Escravo dos desejos carnais,
Meu corpo se rende.
Não é capaz de combater,
Não é capaz de se libertar.
De seu trágico destino,
Jamais se irá salvar...
Decarte Madente
segunda-feira, 16 de abril de 2007
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