Desejo de vida extinguido
Finito no meu interior
Forçado a uma existência
Que me afasta da sabedoria
Que apenas alguns
Têm o privilégio de aceder
Força do desejo
Enfraquece-me a alma
Entorpecida em sua prisão
Nunca pedida
Nunca ansiada
Jamais desejada
Alma minha encarcerada
Em corpo efémero desterrada
Longe das luzes da sabedoria
Afastada de seu real guia
Num beco apertada
Desesperada pela partida
Sangra dor de persistir
Numa realidade enganadora
Não convencida pelo sentir
Busca a verdade no saber
Que lhe dará entrada no reino
Até agora reservado
Aquele que consigam separar
A alma do desejo
Decarte Madente
terça-feira, 21 de novembro de 2006
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2 comentários:
nteresses
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morte?? solidao??
pk nao vida? amizade?
nao tamos sozinhos somos cm muitos kimboios em k as linhas s cruzam em certos momentos mas k no fim vamos todos dar ao mesmo sitio... ou seja se eu tenho um problema na minha linha d comboio peço a tua emprestada pa seguir em frente....
oupa n te ponhas com solidoes pk sabes bem k nao tas sozinho! e a força k nao encontras em ti ha d aparecer ond menos esperas :D
meu caro amigo, muito agradecido pelo comment, mas os meus interesses na morte e solidão são puramente no sentido da escrita, sou deveras um grande apreciador da amizade e da vida, mas sem duvida que como tematica na minha poesia agrada me temas mais pesados e melancolicos nos quais consigo uma leitura diferente... :)
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