Sou continuamente iludido,
Pessoas mentem como se nada fosse.
Sou apanhado desprevenido
Magoado incessantemente.
Já não sei em que acreditar,
Todos os dias me fecho mais para dentro,
No receio de me magoar
No meio de tantas mentiras,
As quais já não sou capaz de suportar.
Fico sem saber como agir,
Incapaz de continuar assim,
Refugio-me no meu inconsciente,
Procurando perceber qual o motivo,
Para tudo o que me está a acontecer.
Decarte Madente
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007
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