Corpo prostrado em quarto sombrio,
É carcaça inerte abandonada ao tempo,
Emaciado e putrefacto,
Exala perfume bafiento.
In Extremis,
Seu corpo foi inebriado,
Acariciado pelo doce toque da morte,
Deixando-o lânguido,
Sem forças para viver.
“Vade in Pace!”,
Sua alma escuta,
Mas sem olhar para trás,
Segue seu caminho,
Segue para o fogo dos infernos,
Seu final destino.
Decarte Madente
quarta-feira, 30 de maio de 2007
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